Covid-19: Políticas Públicas e as Respostas da Sociedade
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About the Event
Nesta mesa-redonda, os coordenadores da Rede de Pesquisa Solidária avaliarão a atuação do governo e da sociedade brasileira no combate à pandemia que vivemos, deixando claro por que dados precisos, colhidos e tratados criteriosamente são especialmente importantes em momentos de crise, quando ações públicas capazes de salvar vidas precisam ser estruturadas de modo rápido e eficaz.
Organizado por Rede de Pesquisa Solidária: https://redepesquisasolidaria.org/ e Rede de NAP Observatório da Inovação e Competitividade (OIC-IEA-USP)
Organizado por Rede de Pesquisa Solidária: https://redepesquisasolidaria.org/ e Rede de NAP Observatório da Inovação e Competitividade (OIC-IEA-USP)
Speakers
| Nome | Título | Biography |
|---|---|---|
| Prof. Dr. Glauco Arbix | Professor Titular do Departamento de Sociologia da USP | USP - Universidade de São Paulo. Professor titular do Departamento de Sociologia, coordenador do Observatório da Inovação do Instituto de Estudos Avançados e coordenador da área de IA & Sociedade do Center for Artificial Intelligence (C4AI) |
| Jose Eduardo Krieger | Professor Titular da Faculdade de Medicina da USP | USP - Universidade de São Paulo. Professor titular da Faculdade de Medicina, InCor HCFMUSP |
| Ian Prates | Professor | Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestre e doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). Pesquisador do Núcleo de Desenvolvimento do CEBRAP. |
| Lorena Barberia | Professora Dra | Professora do Departamento de Ciência Política da USP e Coordenadora Científica da Rede de Pesquisa Solidária |
| Graziela Castello | Ms | Cientista Social e pesquisadora há 15 anos, especializada em pesquisas sociais e de opinião pública. Pesquisadora permanente do Núcleo de Desenvolvimento - CEBRAP. |
| Fabio Senne | Mestre | Coordenador de Pesquisas TIC do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação na Nic.br |
Resumo
(i) As políticas para frear o avanço da pandemia (como as estratégias de isolamento social da população) foram adotadas de forma fragmentada e contraditória;
(ii) 6,1 milhões de trabalhadores elegíveis à RBE não podem receber o benefício por conta da regra que fixa um teto de apenas dois beneficiários por domicílio;
(iii) Os desencontros entre os diferentes agentes públicos geram confusão e prejudicam a aceitação das medidas de prevenção nas comunidades vulneráveis;
(iv) A pandemia revelou não ser mais possível planejar e implementar políticas públicas de inclusão sem envolver as tecnologias digitais e a internet. O desafio é grande: 64 milhões de usuários na faixa de até 3 salários mínimos nunca fizeram consultas financeiras pela internet.